quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Vem livrinho vem - #9


Vem livrinho vem é uma tag onde eu falo sobre livros que eu queria muito ler mas que infelizmente ainda não foram traduzidos para português (Portugal) e por isso ainda não chegaram cá.


Caçadora de Unicórnios transporta-nos para um mundo onde estes seres não são aqueles cavalos brancos lindos e fofinhos, que passeiam nos arco-íris, mas sim monstros sangrentos, venenosos comedores de carne humana que apenas podem ser mortos por virgens treinadas.  Astrid, é uma garota que como toda a gente, não acredita nestes seres, aliás, odeia-os, porque a sua mãe passa a vida a falar neles. O que ela não sabe é que a sua história já está traçada há gerações, e ela deparar-se-á com unicórnios mais vezes do que gostaria...

Eu amo unicórnios, principalmente desde que eles foram mais abordados em Harry Potter, e apesar de nesta história eles não serem nada convencionais, eu acho que iria amar. Adoro personagens femininas fortes e, o que poderá ser melhor que Astrid, uma caçadora de unicórnios sangrentos?! Quero para ontem ;)


Em Puros, o planeta Terra sofreu um enorme ataque de bombas fabricadas com nanotecnologia. Poucos se salvaram sem nenhuma sequela e a maioria da população foi dizimada e os que sobraram nunca mais seriam os mesmos. Os sobreviventes tornaram-se uma mistura de humanos e máquinas, natureza e tudo mais que tivesse pela frente. Aprenderam a viver sob o domínio do medo e da incerteza do que poderia acontecer nas suas vidas.Alguns foram pouco afetados, foram apenas fundidos a algum tipo de material, outros tornaram-se estranhos seres, mais animais que humanos.
Mas os Puros nada sofreram… Os escolhidos, uma pequena parcela da população, escolhida a dedo, como pessoas acima da capacidade humana normal, criaram uma célula, chamada de Domo, super protegida e fugiram para lá antes dos ataques. Estes são os magnânimos e pela história contada, quase deuses aos olhos dos que foram abandonados à sua própria sorte.
Partridge, um adolescente Puro, filho de um dos homens mais influentes e importantes do Domo, que sempre acreditou ser incapaz em vários aspectos, começa a perceber que talvez as histórias contadas sobre o Antes e o Depois das explosões não sejam exatamente como ensinaram na escola. Pressia, fará 16 anos e precisa fugir da OBR, forças especiais, que recrutam todos os jovens fundidos e aptos, para um dia, invadir o Domo. O destino de Pressia e Partridge está traçado, eles nem imaginam como pessoas em dois mundos tão distintos e diferentes podem ter tanto em comum.

Estou viciada em distopias! São o meu género literário favorito e o que eu mais amo é quando põe amor à mistura. Puros parece juntar tudo o que eu amo, acrescentando ainda enigma, mistério e terror. Por isso.... tragam-no :p

EDITADO: Já Há previsão de Puros, em Portugal, e tenho a dizer-vos que estou super entusiasmada com a capa.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Fofocas Literárias no Facebook




Há já algum tempo que o Fofocas Literárias conta com uma página no Facebook, mas enquanto que antigamente  era apenas utilizado para avisar sobre as novas postagens no blog, agora é para muito mais que isso. Ultimamente tenho publicado algumas imagens, quotes ou coloco links para posts de outros blogues que tenha achado interessante. Para além disso de agora em diante utilizarei o FB também de modo a que acha uma maior aproximação entre mim e os leitores do blog (coisa que eu particularmente acho muito bom e importante). Perguntarei quais as resenhas que querem primeiro, pedirei sugestões, vou colocando pequenas opiniões sobre os livros que leio, etc Por isso é muito importante que cliquem no Gosto e sigam a página. Agradeço desde já a quem o fizer porque a página não servirá de nada se vocês não aderirem. Isto é uma maneira de conviver um pouco mais com vocês, de me sentirem um pouco mais pertinho e de não me verem apenas como mais uma cara desconhecida por detrás de mais um blog literário.

Conto com todos vocês, cliquem em gosto e comentem bastante

sábado, 23 de novembro de 2013

Insurgente - Veronica Roth


Série: Divergent
Editora: Porto Editora
Páginas: 376

Sinopse: A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.

Resenha:
Já estou a dever esta resenha há imenso tempo e isso acontece porque quando gosto muito de um livro acabo por nunca saber o que dizer acerca dele. Ainda estava nos finais de Divergente quando decidi comprar Insurgente, porque não gosto nada de ter de esperar para ler uma continuação. Acontece que por vezes isso é mau porque na minha cabeça acabo por ver a série como um livro só, mas pronto...

Neste livro a Tris está perdida, com a cabeça numa confusão e começa a perguntar-se se apoiar o Tobias (Quatro) e os aliados para o extermínio da Erudição será realmente a coisa certa ou se quem tem razão é Marcus. Será uma luta não só física mas psicológica e ideológica pois Tris descobrirá que todas as suas crenças, não passavam de mentiras e ela precisa escolher um lado.

É tempo de guerra! As facções estão a entrar em declínio, alianças inimagináveis terão de ser feitas, segredos serão revelados, pessoas amigas virarão traidoras e Marcus, guarda um grande segredo que pode ser a chave para tudo o que está a acontecer. Será que Jeanine Mathews era realmente uma inimiga? Será que o relacionamento de Tris sobreviverá? E o futuro das facções? Preparem-se para muita ação pois nada é o que parece. 

O livro mostra o amadurecimento e um aprofundamento de cada personagem, principalmente de Tobias e Tris. Embora a Tris me tenha irritado nalguns momentos, devido aos seus pensamentos autodestrutivos e remorsos de ter matado Will.
"O desgosto não é tão pesado como a culpa, mas corrói-te muito mais." 
Tirando isso o livro foi PER-FEI-TO! Uma continuação que não deixou a desejar em nada, a não ser pela restante continuação. Temos guerra, enigma, mistério, poder, amizade e...é claro...amor!
Gostava de poder falar mais sobre o livro mas é impossível fazer isso sem dar spoilers e eu sou terrível a não fazer isso ;) kkkkkk tenho de me controlar mesmo muito porque se não desbobinaria já aqui a história toda... Mas digo-vos, o final é explusivo, fantástico, incrível e todos os outros adjetivos maravilhosos que vocês se lembrarem. Deixa-nos mesmo a morrer de curiosidade.

Um aparte: li os dois livros da série enquanto tinha a música 3:16am da Jhené em repeat e para mim essa música adequa-se muito, não em questão de letra (embora um pouco também), mas em som e por isso aconselho a todos. Mesmo que não achem que combine com o livro, pelo menos acho que vão gostar bastante da música....

Comprem: Encontram o livro aqui na Wook por  13,95€

Love, Jéssica

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Promoção - WOOK - Pack Amores Rebeldes

Não poderia deixar de vir partilhar com vocês a fantástica promoção que a Wook tem neste momento. Já faz algum tempo que dicidi que queria ler a série Wiched Lovely, por isso o fim-de-semana passado, finalmente entrei na wook decidida a comprar realmente o primeiro livro - Amores Rebeldes. O primeiro livro encontra-se a 17,95€, eu adicionei ao meu carrinho de compras e... qual não é a minha surpresa quando olho para a barra lateral e vejo o qué???

Pack Amores Rebeldes, constituído pelos três primeiros livros da série: Amores Rebeldes, Tatuagem e Frágil Eternidade por apenas 16,17€. Ou seja, fica ainda mais barato comprar os três livros do que um só individualmente.

É claro que eu aproveitei a oportunidade, encomendei e os lindinhos já chegaram cá a casa. Pensei que como era tão baratos, os livros fossem em versão econômica ou então em tamanho pocket, mas nada disso. São no formato original, completamente perfeitos. Agora já só me falta Sombras Radiantes para completar toda a série.

Talvez compre o quarto livro nas férias ou peça como prenda de Natal. Por enquanto ainda tenho estes três primeiros para ler e apaixonar (li ótimas resenhas). Não percam a oportunidade e comprem :) go go go... Para quem nunca tinha ouvido falar antes eu deixo as respetivas sinopses em baixo.

Sinopse: REGRA # 3: Não olhar para fadas invisíveis. Desde que nasceu, Aislinn sempre viu fadas. Poderosas e perigosas, elas caminham ocultas entre os mortais. Aislinn tenta passar despercebida pois estes seres não gostam de ser descobertos e costumam castigar com crueldade as pessoas que detectam a sua presença.  REGRA # 2: Não falar com fadas invisíveis. Agora as fadas perseguem Aislinn. O rei das fadas Keenan, aterrorizante e sedutor, tenta cativar Aislinn, fazendo perguntas que ela tem medo de responder. REGRA # 1: Nunca chamar a atenção delas.Agora é tarde demais… Keenan, o Rei do Verão anda numa busca incansável pela sua rainha há nove séculos e está determinado a converter Aislinn na sua rainha a qualquer custo. Quando as regras secretas que sempre a tinham protegido deixam de funcionar, de repente está tudo em risco: a sua liberdade; o seu melhor amigo, Seth; a sua vida; tudo. Intrigas sobrenaturais, amores mortais, e confrontos entre reis antigos e expectativas modernas cruzam-se no enredo deste espantoso conto de fadas que Melissa Marr imaginou para o século vinte e um.


Sinopse: Leslie, de dezassete anos, não sabe nada sobre fadas nem sobre as suas lutas obscuras pelo poder. Quando se sente atraída por uma tatuagem estranhamente bela, só sabe que tem de a ter, convencendo-se de ter encontrado um símbolo tangível das mudanças de que precisa desesperadamente na sua vida.
A tatuagem traz mesmo mudanças - não do tipo que Leslie sonhou, mas mudanças sinistras e irresistíveis, que ligam Leslie a Irial, um rei das fadas tenebroso e temível que luta pela alma da sua corte. Aos poucos, Leslie é arrastada cada vez mais para dentro do mundo feérico, incapaz de resistir ao seu fascínio e de compreender os seus perigos… Melissa Marr dá seguimento aos seus contos de Fadas numa história sombria e arrebatadora de tentação e consequências, e de heroísmo quando menos se espera.


Sinopse: Seth quer ficar com Aislinn para sempre. Mas a eternidade ganha um novo significado quando a nossa namorada é uma rainha das fadas imortal...
O Rei do Verão tornou Aislinn imortal para fazer dela monarca e agora ela enfrenta desafios e tentações muito para além do que alguma vez imaginara. No terceiro livro desta hipnotizante saga do Mundo das Fadas, Seth e Aislinn lutam para se manterem fiéis a si próprios e um ao outro. Num ambiente de regras obscuras e fidelidades voláteis, onde os velhos amigos se tornam novos inimigos, um passo em falso pode fazer com que a Terra mergulhe no caos.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

A Rapariga que Roubava Livros - Markus Zusak



Editora: Presença
Páginas: 236
Sinopse: Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.
Resenha:
Andei a adiar esta resenha durante imenso tempo por não saber o que dizer. Ainda hoje (já passou mais de um mês) eu ainda não cheguei a nenhuma conclusão e não sei se gostei ou não. Talvez o meu problema em admitir que não achei assim tão bom, seja porque assim terei de começar a pensar na ideia de que se passa algo de errado comigo. Toda a gente amou A Culpa é das Estrelas. Eu não gostei assim tanto. E toda a gente fala bem de A Rapariga que Roubava livros. E se eu não gostei? Não tenho realmente problemas em admitir, porque o blog é para isso mesmo, para eu dar a minha verdadeira opinião.

Mas sinto-me um pouquinho triste, porque é desolador quando algum livro não responde às nossas expectativas. Mas o pior é saber que isso só acontece comigo, e então eu penso «porque não consigo ver o que os outros vêm?», «será que eu sinto de maneira diferente e não consigo ver o que os outros vêm?» e se o caso é esse então «porqué que me fizeram de maneira diferente?», «não teria eu direito também de ficar maravilhada com a história?». É muito complicado! Ainda para mais com os problemas que tenho passado na minha vida pessoal (isto foi só um aparte) ainda divagueio mais sobre estes assuntos e começo a melodramatizar ainda mais.

Mas pronto! Vamos à resenha em si. Acho pouco provável que alguém que esteja a ler este post não saiba ainda nada sobre este livro. Mas faço um breve resumo que também não faz mal a ninguém. A Rapariga que Roubava livros é um livro tão especial porque a narradora é a morte. Foi isso que deu impulso ao livro e fez com que toda a gente quisesse ler. A morte conta-nos a história de  Liesel Meminger, uma menina com quem ela se cruzou 3 vezes (o que quer dizer que a Lisel presenciou a morte de alguém pelo menos 3 vezes). A primeira morte que ela presencia é a do seu irmão, quando ambos estão a ser levados para uma família que os irá acolher, pois o pai deles é comunista e a mão acha melhor mantê-los longe. A história passa-se na Alemanha, na altura do domínio de Hitler, então acho que já podem imaginar como a história teria de falar de sofrimento.

Quando o irmão dela morre, fazem um enterro rápido no meio da neve e um dos coveiros deixa cair um livro, um pequeno manual com regras, e todas as burocracias que um coveiro deve ser. Liesel apanha o manual e mesmo não sabendo ler ela guarda-o. Mais tarde ela acaba por lê-lo porque o seu pai adotivo ensina-lhe a ler e lê com ela. Ela ganha então um gosto por palavras, os livros tornam-se um refúgio para ela e ler torna-se uma necessidade, por isso ela começa a roubar livros.

O segundo livro que ela rouba é numa fogueira. Livros que estão a ser queimados porque Hitler acha que são impróprios. Eu gostei muito do papá (modo como a Lisel tratava o pai adotivo) porque acho que ra um bom homem e prova disso é que ele aceita ajudar um judeu e escondê-lo em sua casa. Esse judeu é Max e é também um personagem muito importante nesta história. Lisel e Mx desenvolvem um aamizade um pouco inexplicável (devido à diferença de idades) mas realmente verdadeira. Lisel lia para Max na cabe e quando ele foge para não colocar mais ninguém em problemas, a menina sofre muito.

Ao longo do livro a morte dá muitos spoilers do que acontece. Diz-nos capítulos antes que alguém vai morrer e embora eu quando lesse ficasse um pouco chateada e achasse que assim tirava emoção ao livro, não era verdade. Porque apesar de saber o que ia acontecer, não sabia quando nem como e isso deixava tudo ainda mais emocionante por vezes até desesperante. Como disse anteriormente, eu não sei muito bem o que dizer sobre esta história. Nem sei dizer se achei o final feliz ou triste. Sim por um lado é feliz porque (SPOLER) ela sobrevive. Mas será realmente esse um final feliz? Só porque a personagem principal sobrevive? Não teria sido melhor ter sido poupada ao sofrimento. Visto que ela ficou sem ninguém e viveu com a culpa e o peso de nunca ter dito ao verdadeiro rapaz que amou o que sentia por ele.

Eu acho que o final foi triste, embora não tenha chorado porque realmente eu fiquei foi frustrada. Não sei o que esperava, mas também não fiquei contente com o final. Não sei bem. Fiquei em ressaca literária depois deste livro. E por isso não sei dizer se é bom ou mau. Se aconselho a que leiam? Mal não faz, e quem não leu se calhar ficará para sempre intrigado como eu e por isso talvez seja melhor tirar logo a curiosidade. Mas se não tenham assim tanta curiosidade e só iam ler porque ouvem toda a gente a dizer que é uma boa história, então na minha opinião não leiam. Sendo ou não da mesma opinião que eu, o livro marcar-vos-ás para a vida toda.  Sinceramente não sei! Vêm como este livro me deixou? Continuo sem saber o que pensar nem o que dizer. Por isso já nem digo nada. Tomem a vossa decisão. Leiam se quiserem ou se quiserem não leiam. Caso leiam e gostem, muito bem. Caso se sintam como eu, o meu lado egoista ficará feliz por saber que não sou a única no mundo.

Acabo assim com esta resenha confusa. Caso não percebam algo e queiram perguntar sintam-se à vontade. De facto esta resenha vai de encontro ao meu estado de espírito (confuso), mas mais tarde ou mais cedo teria de a fazer, porque se não não descansaria e pensaria sempre que tinha de fazer a resenha. Agora já está, pode não ser uma boa resenha para muitos, mas eu acho que uma resenha não tem realmente critérios para ser feita. Uma resenha serve para dar-mos a nossa opinião, e se eu estou confusa então a resenha sai também confusa e não poderia ser mais sincera. Mesmo assim desculpem e obrigada aqueles que conseguiram ler o post até ao fim <3

Comprem: Encontram o livro aqui na Wook por  19,99€

Love, Jéssica
Outras capas:

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Tag - Apocalipse Zombie

Vi esta tag no blog Way To Hapiness e achei muito engraçada (também qual é a tag que eu não gosto né????) por isso decidi responder. A tag - Apocalipse Zombie - consiste em criar um grupo de fuga, escolhendo personagens de livros para cada categoria. Vamos lá!


1. Um personagem para liderar o grupo: Jared, de Nómada (A Hospedeira). Consegue pensar rápido e sobre pressão, tomando sempre a melhor decisão para o grupo em geral, não se deixando levar pelas emoções, assim sendo acho que seria uma boa escolha para liderar todo o grupo e não deixar ninguém tomar decisões precipitadas.

2. Um personagem com conhecimentos médicos: Carlisle, de Crepúsculo. Tem infinitos conhecimentos médicos, para além da sua força sobrenatural e rapidez que com certeza daria muito jeito. Para além disso, em último caso eu preferia-me transformar-me em vampira, do que virar zombie.

3. Um personagem inteligente: Mr. Kadam, da saga do Tigre. (Fiquei também indecisa entre a minha querida Hermione, de Harry Potter). Eu adoro este homem! Além de ter inúmeros conhecimentos. ser muito inteligente e perspicaz, também acho que daria bons conselhos e seria bom a manter a paz e a calma entre o grupo.


4. Um personagem para morrer primeiro: Neferet, da Casa da Noite (House of Night). Esta mulher inerva-me profundamente e por mim, na série, já poderia ter morrido há imenso tempo. Neste caso, eu própria a usaria como isco de zombie, caso fosse preciso.

5. Um personagem Badass: vou interpretar badass, como um personagem que parece ser mau, mas que no fundo não o é. E é claro que escolho o Damon, de Diário de Vampiro.

6. Um personagem duas caras: não me lembrava de nenhum, por isso escolhi um personagem que tem literalmente duas caras. Jackson, de Monster High (em breve farei resenha do livro, que é um infanto-juvenil).

7. Um personagem engraçado: Alice, de Crepúsculo. Apesar de ser uma personagem secundária, é uma das minhas personagens favoritas de sempre. Acho-a memso muito engraçada, e ao longo da série foi ela que me arrancou as maiores gargalhadas. Por isso acho que ela faria o grupo rir com a maioria das suas piadas sarcásticas, memso nós estando pra morrer.

8. Um personagem medroso: Ron Wesley, de Harry Potter. É claro, que no fim ele vira corajoso, e herói, mas sabemos que é isso é por conta do amor que ele sente pelos amigos e a família, porque no fundo ele é medroso, mas muito fofo.

9. Um personagem criança: Miri, de Sapos e Saltos Altos. É uma criança, mas muito inteligente e além disso é bruxa. Daria muito jeito uns quantos feitiços e poções de vez em quando não?

10. Um personagem qualquer: Aqui escolho o Travis Maddox, só porque adoraria poder abraçar-me a ele quando estivesse com medo (sempre) :D

Gostaram? Alguém já respondeu? Se sim então deizem o link para o vosso post nos comentários, para eu poder ver as vossas respostas. Caso ainda não tenham respondido, então façam-no agora :)

domingo, 3 de novembro de 2013

Melhores do Mês #2

Em Melhores do Mês eu divulgo a postagem que mais gostei  de cada blog parceiro aqui do Fofocas Literárias. A ideia foi criada pela Emanuelle do Minha Louca Utopia.

Todos sabem que eu adoro responder e ver responder tag,s e também adoro vídeos literários porque acho que há uma maior interação do que postes escritos, então não poderia deixar de adorar a tag Cinco Histórias Que Eu Não Gostaria de Viver que a Aine fez no mês passado.

Ao contrário de muitas das pessoas, eu adoro não só ler resenhas de livros que nunca li, mas também daqueles que eu já li, porque gosto muito de saber se a opinião dos outros vai de encontro à minha ou se eu sou a ovelha da família e tenho algo completamente diferente a dizer (como é no caso de A Culpa é das Estrelas). Assim sendo, quando vi que a Eduarda tinha escrito sobre Dezasseis Luas eu correi pra ler e gostei muito do post.

Adoro bruxas, magoa, fantasia e seres sobrenaturais, então quando vi a capa maravilhosa de Uma Bruxa na Cidade, tive logo que ler a resenha. e tenho a dizer que apesar de a Liziane ter ficado um pouco desiludida com a história, eu fiquei a morrer de vontade de ler.

 Desde que li a série Casa da Noite (House of Night) que desenvolvi um gosto e uma paixãozinha por cavalos. Essa paixão alargou-se, como é óbvio, para os lindos unicórnios e então quando li o título Caçadoras de Unicórnios  tive de ler de imediato a resenha e.... confirma-se que vou ficar pobre, porque mais um livro entrou para a minha wishlist.

Já li várias resenhas de Todo Dia, e gostei tanto mas tanto da história, que não perco a oportunidade de saber a opinião de cada vez mais pessoas e captar o máximo que eu posso em cada uma delas. Espero ansiosamente que este livro chegue a Portugal.

Nunca tive a oportunidade de participar num Clube do Livro, porque cá em Portugal não se tomam muitas iniciativas literárias, então eu adoro ler sobre outros clubes e poder experienciar um pouquinho desse mundo pelas palavras de outras pessoas. Por isso adorei tanto tanto saber como foi criado o clube da Eve.

Escolhi mais uma tag, desta vez é a Apocalipse Zombie e gostei tanto que decidi responder aqui no blog (post em breve). Adorei saber quais as personagens escolhidas pela Lígia para fazer parte da sua equipa.

Adoro a série Diário de Vampiro, mas ainda vou no início da terceira temporada. Por causa disso ainda não comecei a assistir a nova série - The Originals - pois muitos dos personagens que lá aparecem eu ainda não sei nada sobre eles, porque só aparecem no Diário de Vampiro nas temporadas que eu ainda não assisti. Como não posso ver a série ainda, adoro ver posts sobre ela, que deixam a minha curiosidade ainda mais aguçada.

Algo que eu sempre adoro ver neste blog lindo é a Batalha de Capas que o Leo sempre faz por lá. Por isso decidi escolher o mais recente post sobre isso, e o livro escolhido foi Laços de Sangue (que eu nunca li).

Eu adoro os posts de Top 5, Top 10 e por aí fora. Gosto tanto que acabei por aderir também e fazer aqui no blog. Por isso escolhi o post Top 5: Dias Das Crianças onde tem muito boas indicações de filmes para crianças assistirem.

Toda a gente fala maravilhosamente bem de A Culpa é das Estrelas, e eu pareço ser das poucas (e únicas) pessoas que não achei o tanto que dizem. Assim sendo, ando sempre à procura de um livro de John Green que me suscite o interesse e isso aconteceu quando li o post Mais John Green que fala sobre o novo livro Deixe a Neve Cair. Apaixonada pelo Natal e tempos natalícios e afins, este livro conseguiu captar a minha vontade de ler...