sábado, 2 de fevereiro de 2019

[TBR] - Fevereiro de 2019

Olá meus anjos! Tudo bem com vocês?
Eu nunca fui de fazer uma TBR (To Be Read); sou mais de ir lendo aquilo que me apetece quando me apetece e ser forçada a ler algum livro específico nunca foi algo que resultasse comigo. Mas aqui a menina, este ano, decidiu participar num monte de desafios, grupos e maratonas, portanto, se não me organizar, nunca na vida conseguirei alcançar os meus objetivos. Por isso, decidi-me a fazer uma lista, com a previsão das minhas leituras do mês, sendo que se eu achar que não está a resultar, não tenho qualquer problema em mudá-la por completo. É apenas algo em que me baseio e para me ajudar a focar e organizar!


Vou ler  As Mil Partes do Meu Coração (Collen Hoover) para o grupo da CoHo, no whatsap (em que lemos um livro da autora por mês) e também elimino um romance, que é o género literário escolhido para o grupo no facebook, The Bibliophile Club. Para o grupo de leituras conjuntas, no whatsap, vou ler Você (Caroline Kepnes), o livro que inspirou a série na Netflix, e pretendo arranjar tempo para assistir os episódios logo de seguida. Na lista também entra Vox (Christina Dalcher) que recebi de parceria com a Topseller e também será o livro do mês no grupo Net Book Club, no instagram. 

Escolhi também Redenção Maravilhosa (Kami Garcia & Margaret Stohl), para assim concluir, finalmente, esta série (estou neste momento a terminar Caos Maravilhoso). Pretendo, ainda, ler Anjo Mecânico (Cassandra Clare) pois coloquei como objetivo ler esta trilogia em 2019 (já iniciei a leitura). Por último, e não menos importante, se houver tempo, quero avançar com A Era do Caos - Parte 1: A Submissão dos Inocentes (Ângelo R.T. Magalhães), porque preciso mesmo de avançar com os livros de parcerias.

Já decidiram o que vão ler este mês? 😊
Beijinhos

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

O Ódio que Semeias - Angie Thomas


Título| O Ódio que Semeias
Autor| Angie Thomas
Editor| Editorial Presença
Páginas| 352

Já tinha ouvido falar tanto neste livro, que decidi que deste ano não passava e decidi inseri-lo na lista dos 12 livros que eu precisava ler sem falta em 2019. Decidi lê-lo este mês e não poderia estar mais feliz, porque ele superou todas as minhas expectativas. Se estão à procura de um livro juvenil leve, com certeza este não é o livro indicado!
«Tupac disse que Thug Life, “vida bandida”, queria dizer “The Hate U Give Little Infants Fucks Everybody”, ou “o ódio que você passa pra criancinhas fode com todo o mundo”.»

Starr Carter é a nossa protagonista. Desde muito nova, aprendeu com os pais, como uma pessoa negra se deve comportar em frente à polícia: "seja obediente", "não faça movimentos bruscos", "deixe as mãos visíveis", "só fale se te perguntarem algo"... Mas nada a preparava para o que ia acontecer. Na volta de uma festa que não deu muito certo, Starr e o seu amigo Khalil são parados e o que ela espera é que ele também saiba as regras. Um movimento errado, uma suposição, tiros são disparados e Khalil é morto. Ela é a única testemunha e precisa decidir se está na hora de usar a sua voz, para lutar por justiça e fazer o que é certo.

É um livro com uma história pesada, que nos abre os olhos sobre muitos assuntos. Aqui são retratados os vários bairros onde a venda de drogas é algo natural, assim como a separação dos territórios e os seus chefes (King Lords). Percebemos o quanto o racismo ainda é um assunto atual (infelizmente), que se vai vendo nas pequenas coisas; coisas que por vezes nos parecem inofensivas. Mas será que se em vez de uma pessoa negra, se tratasse de um branco, as decisões seriam as mesmas?

É nisto que este livro nos faz pensar: o quanto a cor, a posição social ou até o bairro onde moramos, pode determinar ou não quem somos. E devemos calar-nos perante as injustiças? Devemos apenas aceitar que alguém seja tratado de forma inferior só tendo em conta a cor da sua pele? Starr decidi que não! Que chegou a altura de falar, de lutar e de fazer as pessoas entenderem. Temos aqui uma protagonista extremamente humana, com os seus medos e defeitos, mas uma guerreira e, acima de tudo, uma menina muito genuína e incrível.

Sobre o livro não quero falar muito mais, para não vos estragar a surpresa. Leiam, reflitam, aprendam... O racismo não é algo do passado! Está presente em pleno século XXI e é preciso lutarmos, para que um dia a cor, a raça, a nacionalidade, a etnia, a religião... não sejam assuntos relevantes entre nós.

Livro x Filme

Antes de mais tenho a dizer que eu amo a Amanda Stenberg, a actriz escolhida para protagonizar Starr e, portanto, já previa um filme incrível, mas não sabia que seria tão perfeito assim. Adorei a escolha de todos os actores escolhidos, sendo que foi uma grande surpresa ver KJ Apa (Archie, em Riverdale) como Chris, porque tinha um certo ódio de estimação por este menino, mas adorei o seu trabalho. É também de salientar os papéis de Regina Hall (Lisa Carter, mãe de Starr) e Russel Hornsby (Maverick Carter, pai de Starr). 

Logo no início percebi que a adaptação estava a ser muito fiel ao livro, mas depois tudo mudou. Vão sentir falta de algumas cenas e, até de alguns personagens (Tchau DeVante), mas todas as mudanças feitas fizeram todo o sentido, incluindo aquelas que foram acrescentadas. Se o livro é emocionante, o filme é devastador! Eu senti-me completamente destruída, sendo que já estava a chorar desde os primeiros 15 minutos. Pelo menos de meia em meia hora, tem algo que nos faz encher os olhos de lágrimas e em muitas das cenas foi mesmo preciso um lencinho e até um copo de água. É real, é duro, é cru...

Como eu disse, a Amanda é incrível e voltou a dar provas disso. As emoções que ela transmite são palpáveis. Existe uma cena (não é propriamente um spoiler, podem ler à vontade), em que ela está irritada e começa a esmurrar o tablier do carro e eu juro-vos que é possível sentir o ódio, a raiva e a sensação de impotência que ela sente. Sem dar spoiler, tenho a dizer-vos que as minhas cenas favoritas não aparecem no livro, sendo uma quando a Starr se irrita (não vou falar mais) e o final que é diferente. As mudanças que fizeram em algumas das minhas cenas favoritas também me surpreenderam... Acho que fizeram um trabalho incrível!

Agora trazendo uma péssima notícia: parece que o filme não vai estrear nos cinemas em Portugal. O motivo eu não sei, mas o filme já saiu em tudo quanto é sítio, mas aqui não há notícia, não há publicidade, não há cartaz... Sendo que eu tinha ouvido que ia sair em Fevereiro, mas agora não vejo nada que comprove isso! Se souberem de alguma coisa informem-me por favor!
"Thug Life"
Beijinhos

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Tag - Príncipes da Disney

Oi meus amores!
Hoje trago-vos uma tag inspirada nos príncipes da Disney, que vi no blog Viciados na Leitura. Já tenho este post aqui há algum tempo, mas decidi publicar hoje porque... amanhã o meu namorado faz anos e não há maior príncipe para mim do que ele. Caso vejas este post: "you are my dream come true" 💙

Phillip (A Bela Adormecida)

Um livro onde o herói roube a cena
Sem dúvida, Corte de Névoa e Fúria (Sarah J. Maas)! Feyre é uma personagem maravilhosa, mas Rhysand com certeza rouba o momento. Quem não quer aquele homem na sua vida? Mas olhem que eu não divido tá? Foi apenas uma pergunta retórica 👿 #ciumenta

Eric (A Pequena Sereia)

Um livro onde o tema "música" tenha uma grande importância na história.
Posso fazer batota e em vez de um livro escolher uma série? Eu sei que vocês deixam 💋 Não poderia escolher outra coisa que não A Minha Vida Fora de Série (Paula Pimenta). O Rodrigo é um dos meus personagens masculinos favoritos e as partes em que ele toca, principalmente quando é para a Priscilla, são das partes que eu mais gosto.

Monstro (A Bela e o Monstro)

Nunca julgues um livro pela capa.
Esta categoria é mais ao menos interpretativa, mas penso que fica implícito que é para escolher um livro que seja bom, mas que a capa não seja das melhores. Assim sendo, escolho Academia de Vampiros (Richelle Mead) porque é uma das minhas séries favoritas, mas aquelas capas... #nãotemcomotedefenderamiga

Aladdin

Um livro narrado pelo personagem masculino.
O único livro que me lembro de ter lido e que era narrado pelo boy da história foi Criaturas Maravilhosas (Kami Garcia e Margareth Stohl). No entanto, posso adiantar que não é um personagem do qual eu goste muito, principalmente após ver a adaptação e associar àquele rosto #sorrynotsorry Mas a série em si vale a pena!

Flynn Ryder (Enrolados)

Um livro onde o personagem finge ser outra pessoa.
Vou escolher Corte de Espinhos e Rosas (Sarah J. Maas), mas para não dar spoiler não vou referir o personagem. Na verdade, dá até para referir dois personagens, que meio que trocam os papéis no segundo livro... acho que quem leu entende o que eu estou a dizer. #outalveznão

Kristoff (Frozen)

Um livro com um personagem totalmente trapalhão.
Vou escolher o Callum da série Magisterium (Cassandra Clare e Holly Black) porque é um dos personagens mais trapalhões que me lembro. Principalmente no primeiro livro, por mais que ele se esforce não adianta de muito, onde bota a mão sai cagada! #pareceeu 

"To my disney prince 💙"
Beijinhos