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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Convergente - Veronica Roth


Título| Convergente
Série| Divergente
Autores| Veronica Roth
Editora| Porto Editora
Páginas| 416
Compre na Wook|  13.95€

Na verdade eu já podia ter feito esta resenha há uma ou duas semana satrás (já não me lembro bem quando acabei o livro), mas a verdade é que este livro trouxe-me tantos sentimentos controversos, quem sempre que eu abria o blogger para escrever a resenha, eu ficava parada sem saber o que escrever. Mas andei por aí a ler resenhas de outros blogues, já vi o primeiro livro da série (saibam mais aqui) e por isso estava mesmo na altura...

Eu estava muito assustada e com expectativas um pouco em baixo quando comecei a ler, porque a maioria das resenhas que eu tinha lido diziam que Convergente foi o pior livro da série, que baixava muito em comparação com os livros anteriores e que o final foi horrível.A única coisa em que concordo é que sim o final foi horrível, mas não como um final mal escrito, mas sim por ser um final triste e que com certeza aqueles que adoram a série não podem deixar de sentir angústia.

Neste livro tudo começa com a confusão instalada, após todos terem visto o vídeo da revelação da Edite Prior sobr eo mundo para lá da vedação. Evelyn acaba por se tornar uma tirana, dizendo que todos têm direito a escolher a fação a que pertencem, mas acabando por obrigar todos a abandonar as suas fações mesmo aqueles que não o querem fazer e proíbe toda e qualquer pessoa de atravessar a vedação. No meio de toda esta confusão surgem os Leais, um grupo que pretende sim ultrapassar a vedação para tentar descobrir a verdade e poderem fazer aquilo que Edite Prior lhes pede na vedação.
A estes juntam-se, é claro, a Tris e o Quatro, que então numa missão de fuga, conseguem chegar ao outro lado...onde começa a verdadeira aventura. Aqui saberemos realmente o motivo porque foram criadas as fações, o que existe para lá desse pequeno mundo criado, como as pessoas vivem e qual o papel dos divergentes, que passarão a ser chamados de Geneticamente Puros (não vou dar mais spoiler que isto...)

Não sei o que mais dizer sem conseguir soltar spoiler, porque tudo neste livro são revelações atrás de revelações, tanto do sistema, e da política como dos próprios personagens. Preparem-se porque vem com certeza muita carga emocional (principalmente com aquele final) e porque a Veronica deu numa de George R. R. Martin e pôs-se a matar toda a gente.  Temos também uma iniovação em relação aos livros anteriores, visto que desta vez os capítulos vão intercalando entre o ponto de vista da Tris e do Quatro, algo que eu realmente gostei bastante.

Como já tinha dito logo no início do post, eu não faço parte daquelas pessoas que odiou este livro, pelo contrário, e acho que aquele final foi um final, sim, completamente inesperado, mas não digo que tenha sido horríevel. Mais abaixo falo um pouco mais sobre a minha opinião em relação ao final, mas só quem já leu o livro pode ler. Para quem quiser, podem ler as minhas resenha de Divergente (aqui) e Insurgente (aqui) para saber o que achei dos livros anteriores.

ALERTA SPOILER (vamos conversar um pouquinho sobre o final)
Meu Deus! Quem poderia adivinhar aquele final? Juro-vos que imaginei de tudo quando li várias resenhas a criticar, mas nunca que uma das personagens principais fosse morrer. E mesmo após ter sido o feito o funeral da Tris, eu fiquei sempre à espera que dissessem que tinha sido apenas um esquema ou algo assim do género. Só quando o Quatro largou as cinzas dela (quem é que se emocionou também com esta parte????) é que realmente acreditei. Consegui segurar-me para não chorar porque estava num local público, mas digo-vos que fiquei completamente chocada e triste é claro. Apesar de tudo acho que foi um bom final, pois se todos os finais forem iguais, após tantas leituras torna-se cansattivo, por isso dou os parabéns à Veronica pelo bom fecho e acabamento da série.

Outra capa:

sábado, 23 de novembro de 2013

Insurgente - Veronica Roth


Série: Divergent
Editora: Porto Editora
Páginas: 376

Sinopse: A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.

Resenha:
Já estou a dever esta resenha há imenso tempo e isso acontece porque quando gosto muito de um livro acabo por nunca saber o que dizer acerca dele. Ainda estava nos finais de Divergente quando decidi comprar Insurgente, porque não gosto nada de ter de esperar para ler uma continuação. Acontece que por vezes isso é mau porque na minha cabeça acabo por ver a série como um livro só, mas pronto...

Neste livro a Tris está perdida, com a cabeça numa confusão e começa a perguntar-se se apoiar o Tobias (Quatro) e os aliados para o extermínio da Erudição será realmente a coisa certa ou se quem tem razão é Marcus. Será uma luta não só física mas psicológica e ideológica pois Tris descobrirá que todas as suas crenças, não passavam de mentiras e ela precisa escolher um lado.

É tempo de guerra! As facções estão a entrar em declínio, alianças inimagináveis terão de ser feitas, segredos serão revelados, pessoas amigas virarão traidoras e Marcus, guarda um grande segredo que pode ser a chave para tudo o que está a acontecer. Será que Jeanine Mathews era realmente uma inimiga? Será que o relacionamento de Tris sobreviverá? E o futuro das facções? Preparem-se para muita ação pois nada é o que parece. 

O livro mostra o amadurecimento e um aprofundamento de cada personagem, principalmente de Tobias e Tris. Embora a Tris me tenha irritado nalguns momentos, devido aos seus pensamentos autodestrutivos e remorsos de ter matado Will.
"O desgosto não é tão pesado como a culpa, mas corrói-te muito mais." 
Tirando isso o livro foi PER-FEI-TO! Uma continuação que não deixou a desejar em nada, a não ser pela restante continuação. Temos guerra, enigma, mistério, poder, amizade e...é claro...amor!
Gostava de poder falar mais sobre o livro mas é impossível fazer isso sem dar spoilers e eu sou terrível a não fazer isso ;) kkkkkk tenho de me controlar mesmo muito porque se não desbobinaria já aqui a história toda... Mas digo-vos, o final é explusivo, fantástico, incrível e todos os outros adjetivos maravilhosos que vocês se lembrarem. Deixa-nos mesmo a morrer de curiosidade.

Um aparte: li os dois livros da série enquanto tinha a música 3:16am da Jhené em repeat e para mim essa música adequa-se muito, não em questão de letra (embora um pouco também), mas em som e por isso aconselho a todos. Mesmo que não achem que combine com o livro, pelo menos acho que vão gostar bastante da música....

Comprem: Encontram o livro aqui na Wook por  13,95€

Love, Jéssica

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Divergente - Veronica Roth


Série: Divergent
Editora: Porto
Páginas: 352
Sinopse: Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família... e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem. Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama... ou acabar por destruí-la.
Resenha:
Adoro distopias! Os autores têm cada vez apostado mais neste género literário e eu dou por mim encantada e sem saber para onde me virar com tanto livro bom à espera de ser lido, mas li resenhas maravilhosas desta série e eu tinha de ler para poder ter a minha própria conclusão. E ainda bem que o fiz!

Em Divergente somos apresentados a uma sociedade fortalecida e organizada em fações (Abnegados, Cândidos, Eruditos, Cordiais e Intrépidos). Mostra uma civilização que tenta viver em harmonia, mas que ao mesmo tempo não consegue aceitar os outros.As fações respeitam-se por obrigação, já que cada uma defende a "qualidade" que acha necessária para a sobrevivência do mundo.
"- Trabalhando em conjunto, estas cinco fações viveram em paz durante muitos anos, dando cada uma delas o seu contributo a um setor diferente da sociedade. Os Abnegados satisfizeram a nossa necessidade de dirigentes e altruístas no Governo; os Cândidos deram à nossa sociedade dirigentes firmes e a confiança na lei; os Eruditos deram-nos professores e investigadores inteligentes; os Cordiais deram-nos conselheiros e vigilantes compreensivos; e, finalmente, os Intrépidos garantem-nos proteção contra as ameaças de dentro e de fora. Mas a intervenção de cada fação não está limitada a esses domínios. Damos uns aos outros mais do que podemos adequadamente resumir em palavras. Nas nossas fações encontramos a motivação, o propósito e a vida."
Cada jovem faz testes de aptidão e a partir desses testes escolhe a qual facção deseja pertencer. Essa escolha muda-lhes a vida para sempre, porque devido a essa escolha muitas vezes eles perdem o contato com os seus familiares e amigos se decidirem deixar a facção de origem. 
"A fação antes do sangue."
Perdida nesse mar de opções e decisões, está a nossa protagonista, Beatrice, ou como ela se autonomeou - Tris. Ela é uma dessas personagens que começam o livro com muitas dúvidas, medos e fraquezas e depois vai ganhando coragem e aptidão.  Ela é obrigada a enfrentar os seus piores medos, já que escolheu a Audácia (e não acho que isto seja spoiler pois é mais que óbvio logo desde o início). Lá eles vão testá-la física, emocional e mentalmente. E como se não bastasse ela tem de esconder de toda a gente o facto de ser Divergente. Divergente é alguém que não está apenas apta para uma fação, mas para várias e por isso não pode ser controlada, e ela tem de esconder isso porque se não pode ser ....morta!

Adorei a Tris, a sua força de vontade, o facto de ela não se deixar ir abaixo e toda a franqueza dela. Relacionei-me muito com ela e com os seus pensamentos, que são bem expressos visto que a história é-nos narrada em primeira pessoa. Algo que me deixou confusa foi o romance dela com o Quatro (depois mais para a frente percebemos o porqué de ele se chamar assim) porque acho que foi algo muito rápido. Num momento ele parece que a odeia e no outro já está a ajudá-la. E eu fiquei tipo...
este minion merece um comentário
Mas fazem um casal fofo e o Quatro acaba por ganhar o meu coração. Ainda pra mais quando ele é super querido, protetor e carinhoso com a Tris, e mais ainda quando sabemos a história dele, o que se passou na sua vida anterior e o porqué do nome dele.
Os personagens secundários também ganharam o meu amor neste livro, principalmente a Christina, a qual eu achei imensa piada mesmo.
"- Gosto de pensar que quando detesto alguém estou a ajudar essa pessoa - contrapõe Christina. - É uma maneira de lhe lembrar que ela não foi uma dádiva de Deus à Humanidade."

Ao longo de Divergente vamos descobrir que nem tudo é o que parece, vai haver muito enigma e eu ficava ansiosa a cada página que virava. Li o livro em dois dias e nessa noite entre eles nem conseguia largar, só queria saber o que aconteceria depois. Este livro tem muitas reviravoltas e é isso que deixa a leitura ainda mais interessante. Não acho que seja em nada um livro parado e é daquelas histórias que nos deixa a morrer pela continuação. Que eu por acaso já li *-* em breve também terá resenha.
 

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Love, Jéssica
Outras capas: